terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Resenha Sobralense


Instrução e Cultura


A cidade de Sobral é uma das mais cultas do Estado.

Adiantadíssimo é o seu ensino, quer o secundário administrado no Ginásio Sobralense, no Colégio Sant’Ana, o Comercial na Escola de Comércio D. José quer o religioso administrado no Seminário, quer o primário no Grupo Escolar Professor Arruda.

Os seus filhos são de um pendor admirável para as letras e muitos são os vultos notáveis que nesse período de um século se destacaram nas ciências, nas letras e nas armas como glórias verdadeiramente nacionais.

O ensino tanto primário como secundário tem as suas raízes na antiga Caiçara.

O Pe. Antônio da Silva Fialho, durante 40 anos e depois o Professor Vicente Ferreira de Arruda, em um período de 53 anos, antigos professores de latinidade, são os grandes pioneiros, educadores beneméritos da formação intelectual de muitas gerações na juventude estudiosa de Sobral.

Através de uma centena de anos, Sobral tem tido centenas de homens do mais elevado merecimento na cultura das letras e ciências. 

Nomes como o do Dr. João Tomé de Sabóia e Silva, Catedrático da Faculdade de Direito do Recife; Dr. Vicente Cândido Figueiredo de Sabóia, Visconde de Sabóia, notável médico, Diretor da Faculdade de Medicina do Rio; Dr. José Júlio de Albuquerque Barros, Barão de Sobral; D. Jerônimo Tomé da Silva, Arcebispo Primaz do Brasil; Desembargador Antônio Sabino do Monte; Dr. Antônio Domingos da Silva, médico pela Faculdade do Montpellier; Conselheiro João Capistrano Bandeira de Melo; Dr. João Viriato de Medeiros; Desembargador Esmerino Gomes Parente, Conselheiro; Desembargador Francisco Domingues da Silva e muitos outros que alisaram ai os bancos escolares são incontestáveis glórias do País.

Atualmente o ensino primário se faz no Grupo Escolar Professor Arruda, fundado em 1916 e ocupa amplo edifício construído em 1937; no Externato de Nossa Senhora da Assunção, dirigido pela sua fundadora, D. Maria Jsesuína de Albuquerque Rodrigues, fundado em 1908; no Instituto D. Bosco, sob a direção do Professor Melchiades Ribeiro; no Externato de Luiz Felipe, do Professor Luiz Felipe, fundado em 1897 e em muitas escolas públicos e particulares.

O município registra mais de sessenta casas de ensino.

O ensino secundário é ministrado no Ginásio Sobralense, fundado por D. José Tupinambá da Frota em 1934, devidamente oficializado, funciona em magnífico prédio construído em 1929 inaugurado em 1934, é dirigido pelo Pe. José Aloísio Pinto, auxiliado pelo Pe. Gonçalo Eufrásio.

Os primeiros humanistas diplomados em Ciências e Letras pelo Ginásio, em 1º de dezembro de 1939, foram 24, a saber. José Luiz Albuquerque, Rolando Morél Pinto, Expedito Gerardo Vasconcelos, José Miramar da Ponte, Antônio Luciano Ponte, Helvécio Monte Coelho, José Gerardo Frota Parente, Francisco Eurides Andrade, Manoel Jeremias Costa, Salustiano Pinto Pessoa Neto, José de França Monte, Gerardo Rodrigues de Sousa, Francisco Figueiredo de Paula Pessoa, João Frederico Ferreira Gomes, Gerardo Majela Soares Frota, Manoel Filizardo Monte Alverne, José Aguiar Frota, Stênio Azevedo, Hugo Mendes Parente, José Dário Soares Frota, Moacir de Lima Feijão, Eduardo Ferreira da Ponte, Fernando Potiguara Frota e José Fernandes Nogueira.

Foram diplomados em Ciências e Letras em 1º de dezembro de 1940, 16 humanistas, a saber: Wilson Pacífico Carneiro, Manoel Coelho de Sousa, Eduardo Pierre Solón, José Alfredo Rodrigues Parente, Francisco Hugo Aguiar, João Ramos Ximenes, Jesuíno Luiz Aragão, José Wilson Ferreira Gomes, João Calixto Alves, João Aguiar Melo, Sebastião Cursino de Melo, Raimundo Wilson Carneiro, Júlio Rufino Aragão, Fernando Santos, Francisco Aguiar Frota e José Pessoa Magalhães.

O Colégio Sant’Ana Fundado por D. José Tupinambá da Frota em 2 de fevereiro de 1934, devidamente oficializado, funciona no Prédio que foi o Palácio Episcopal, à rua Senador Paula e é dirigido pelas Religiosas Filhas de Sant’Ana.

As primeiras professoras diplomadas pelo Colégio em 1939, foram: Jandira Moreira Carvalho, Safira Cialdini Frota, Violeta Rodrigues, Eliete Daltron Barreto, Ana Etienete Aragão, Mariete de Nazareth Aragão, Maria Yeda Félix Frota, Francisca Eufrásia, Maria Salomé Eufrásia, Maria Ilda Benvinda Cisne, Maria Leocinda Mendes Carneiro, Maria Carolina Mendes Carneiro, Joaquina Sabóia de Albuquerque, Maria Helena Mont’Alverne, Antonina Rodrigues Pinto, Carminda Sabóia e Anete Gomes Parente.

Foram diplomadas em 30 de novembro de 1940: Maria de Mesquita Parente, Maria de Jesus Ferreira Gomes, Raimunda Dalva Vasconcelos, Rosa Aguiar da Frota, Ivone Frota, Valderi Mont’Alverne, Mirian Mont’Alverne, Izabel Gomes Araújo, Cleomar Lima, Ilsa Lima, Maria de Jesus Mesquita, Joaquina Randal, Maria Mendes Lira, Maria Diva Fernandes, Porcina Ferreira Gomes e Jacinta Barreto Araújo.

A Escola de Comércio D. José, mantida pela Associação dos Empregados no Comércio de Sobral, fundada em 24 de agosto de 1921, devidamente oficializada, é dirigida pelo seu fundador Paulo Aragão.

A primeira turma da Peritos Contadores diplomados por esta Escola em 1939, foi a seguinte:

Manoel Guimarães Aragão, Salustiano Rodrigues Pinto, Manoel Osvaldo Angelim, Carlos Hardi Moreira, Luiz Guimarães, Raimundo Nonato Ponte, Antônio Valter Andrade e José Farias.

Foram diplomados em 1940: Vitor de Castro Cavalcante, José Firmino Cavalcante Lopes, José de França Monte e Gerardo Rodrigues de Sousa.

O Seminário Menor de São José, cujo prédio é operosidade de D. José Tupinambá da Frota, foi construído no bairro da Betânia e mantém um curso de preparatórios sob a direção do Reitor Pe. José Osmar Carneiro, fazendo parte do corpo docente o Pe. Alexandrino Monteiro, da companhia de Jesus, Pe. José Gerardo Ferreira Gomes, Pe. Joaquim Arnóbio Andrade e Pe. Francisco Apoliano.

Fizeram os estudos neste Seminário os Sacerdotes: Antônio Regino Carneiro, Francisco Apoliano, Francisco Eudes Fernandes, Francisco Expedito Lopes, Calixto Araújo Leitão, Elício Nogueira Mota, Gonçalo Eufrásio, Inácio Américo Bezerra, João Batista Pereira, João Teófilo Soares Leitão, Joaquim Arnóbio de Andrade, José Aristides Cardoso, José Maria Moreira Bonfim, José Osmar Carneiro e Sabino Lima, quase todos ordenados por D. José Tupinambá da Frota.

do Livro Vultos Sobralenses - Mons. Vicente Martins

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Intendentes e Prefeitos de Sobral



Eis a lista dos intendentes, prefeitos e interventores, que têm administrado o Município de Sobral, a parir do Governo Provisório do Tte. Coronel Luiz Antônio Ferraz após a Proclamação da República.

1º - Dr. Vicente César Ferreira Gomes, intendente nomeado pelo Governador Provisório, Tte. Coronel Luiz Antônio Ferraz a 22 de janeiro de 1890 e empossado a 1º de fevereiro desse ano.

2º - José Ferreira Gomes, que foi intendente durante o Governo do Presidente do Estado, General José Clarindo de Queiroz, 1891 – 1892.

3º - Rosendo Augusto Siqueira, intendente durante 10 anos: no governo do General José Freire Bizerril Fontenele, 1892 – 1894; no governo do Dr. Antônio Pinto Nogueira Acioli; 1896 – 1900 e no do Dr. Pedro Augusto Borges, 1900 – 1902.

4º - Alfredo Marinho de Andrade, no governo do Dr. Pedro Augusto Borges, 1902 – 1904.

5º - José Inácio Alves Parente, intendente, durante o quatriênio do governo do Dr. Antônio Pinto Nogueira Acioli, 1904 – 1906.

6º - Frederico Gomes Parente, intendente no terceiro quatriênio do governo do Dr. Antônio Pinto Nogueira Acioli, 1908 – 1912 e do Cel. Tibúrcio Gonçalves de Paula – 1912.

7º - José Cândido Gomes Parente, no governo do General Marcos Franco Rabelo, 1912 – 1914.

8º - Francisco Porfírio da Ponte, no governo do General Marcos Franco Rabelo – 1914.

9º - Frederico Gomes Parente, no governo do Interventor Federal General Fernando Setembrino de Carvalho – 1914 e no quatriênio do Presidente General Berjamin Liberato Barroso, 1914 -1916.

10º - Dr. José Jacome de Oliveira, prefeito, durante o quatriênio do governo do Dr. João Tomé de Saboia e Silva, 1916 – 1920.

11º - Henrique Rodrigues de Albuquerque, no governo do Dr. Justiniano de Serpa, 1920 – 1923.

12º - Antônio Mendes Carneiro, prefeito no governo do 1º vice-presidente em exercício Ildefonso Albano – 1923.

13º - Ernesto Marinho de Albuquerque, no quadriênio do governo do Desembargador José Moreira da Rocha, 1924 – 1928.

14º Mons. Fortuno Alves Linhares, que sendo presidente da Câmara assumiu as funções de Prefeito de maio a setembro de 1928, ainda no governo do Desembargador José Moreira da Rocha.

15º - Dr. José Jacome de Oliveira, no triênio do governo do Dr. José Carlos Matos Peixoto, 1928-1930.

16º - Artur da Silveira Borges, no governo do Dr. Manoel Fernandes do Nascimento Távora, tendo tomado posse a 23 de outubro de 1930.

17º - Tenente Floriano Machado, no governo do Interventor Federal Major Roberto Carneiro de Mendonça e tomou posse a 30 de janeiro de 1932.

18º - Dr. Paulo de Almeida Sanford, ainda no governo do Major Roberto Carneiro de Mendonça, tomou posse a 26 de agosto de 1932.

19º - Alfeu Ribeiro Aboim, no governo do Coronel Felipe Moreira Lima,tornou posse a 13 de novembro de 1933.

20º - Dr. Leocádio de Araújo Costa, ainda no governo do Coronel Felipe Moreira Lima, tomou posse a 18 de maio de 1934.

21º - Ataliba Daltro Barreto, ainda no governo do Coronel Felipe Moreira Lima, tomou posse a 12 de fevereiro de 1935.

22º - Vicente Antenor Ferreira Gomes, no governo do Dr. Francisco Menezes Pimentel, tomou posse a 3 de julho de 1935.

Organização Administrativa de Sobral



A organização administrativa o município data de 1775, ano que a antiga povoação de caiçara, foi elevada à vila com a denominação de Vila Distinta e Real de Sobral.

Em um período de quase meio século, isto é, de 1775 a 1833 não há documento sobre a gestão municipal. 

Aos partidos que nas lutas políticas se gladiavam e granjeavam o poder e tudo destruíram na passada administração, deve-se o desaparecimento desse arquivo.

O mecanismo administrativo compunha-se de um Conselho da Câmara, formado por quatro vereadores, um presidente eleito entre os vereadores, que era o Juiz ordinário, um procurador e um escrivão.

O Conselho da Comarca de 1823, assim compunha-se: Juiz Ordinário, Presidente Narciso Marques do Rêgo Barros; Vereadores: Antônio Lopes Freire, Salvador Rodrigues Magalhães e Vicente Carlos Sabóia; Procurador do Conselho: Alexandre Bernardinho Rodrigues; Escrivão da Câmara: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Em 1841, ano de elevação da Vila Distinta e Real de Sobral à categoria de cidade, com a denominação de Januária, que depois foi substituída pela de Sobral, o Conselho da Câmara eleito e empossado em 7 de janeiro, compunha-se de 7 vereadores, um presidente, um secretário e um procurador, a saber: José Sabóia, Presidente; Vereadores: José Alves Ribeiro da Silva, João Francisco de Paula, Gonçalo de Andrade Pessoa, José Balduíno Albuquerque, Antônio Januário Linhares e Rufino Furtado de Mendonça; Secretário: Bernardinho Gomes Ferreira Pessoa; Procurador: Cesário Ferreira da Costa.
Anulada pelo Juiz de Direito da Comarca, Dr. João Fernandes de Barros, a eleição do Conselho da Câmara, empossado em 7 de janeiro, de acordo com últimas instruções das eleições, procedeu-se a nova eleição em 26 de março de 1841 e empossado em 3 de abril o seguinte Conselho composto de nove vereadores, a saber: Presidente: Capitão José Rodrigues Lima; Vereadores: Capitão João Francisco de Paula, Custódio José Correia da Silva, Tenente-Coronel Rufino Furtado de Mendonça, Capitão Gonçalo de Andrade Pessoa, Capitão José Alves Ribeiro da Silva, Capitão Luiz Alves Ferreira de Albuquerque, Capitão Antônio Furtado de Albuquerque e Capitão José Balduíno de Albuquerque; Secretário: Bernardino Gomes Franco Pessoa, Procurador: Cesário Ferreira Ferreira da Costa.

A câmara elegia o seu presidente, que tnha as atribuições de governador do município e os juízes de Paz para os temos ou distritos policiais do município.
As ideias abolicionistas que finalizaram com a Lei Áurea de 13 de maio de 1888, como as ideias republicanas que conseguiram a proclamação de 15 de novembro de 1889, tiveram ruidosa repercussão no município.

No regime imperial as câmaras eram eleitas em pugnas partidáriasdo sufrágio popular e sucediam-se com as organizações e ascensões dos ministérios e no regime republicano ordinariamente eram organizadas com ascensões do partido que elegia o Presidente do Estado e ficava de posse das posições com plenos poderes na política.

No governo do Dr. Antônio Pinto Nogueira Acioli, o governador do município que era o presidente da Câmara eleito pela mesma Câmara passou a ser eleito pelo sufrágio dos munícipes com a denominação de Intendente, passando mais tarde por Lei Estadual a ser nomeado pelo Presidente do Estado, e após, ainda por Lei Estadual a ser novamente eleito pelo sufrágio secreto dos munícipes com a denominação de Prefeito.

Doze representantes de vontade popular denominados vereadores, constituíam a Câmara, para discutir as disposições legislativas e julgar dos atos do Prefeito, primeira autoridade do município.

Antes da revolução de outubro de 1930 a Prefeitura e Câmara mantinham um quadro de 42 funcionários. Com o advento revolucionário ficaram automaticamente vagos os cargos e extinto grande número deles, surgindo, então o de Prefeito-Interventor, por nomeação do Interventor Federal do Estado, que criou mais tarde o departamento dos negócios municipais para julgamento das atribuições dos gestores de todos os municípios.

A Interventoria ou Prefeitura de Sobral coube a seguinte administração: Prefeito, Secretário, Tesoureiro, Porteiro, Arquivista e Contínuo, dependendo outros cargos como de fiscais e guardas de nomeação do Prefeito.

É a seguinte a administração vigente: Prefeito, Vicento Antenor Ferreira Gomes; Secretária, D. Francisca de Assis Ferreira de Melo; Tesoureiro, Murilo Alves Parente; Amanuense, D. Joselina Marinho de Andrade; Agente de Estatística, Luiz Patriolino de Albuquerque; Escriturário-Datilógrafo, Raimundo Wilson Vieira; Procurador Fiscal, Raimundo Evangelista Vieira da Silva; Fiscal Geral, José de Xerês; Fiscal da Cidade, Jocelyn Mendes Carneiro; Fiscal de Obras, José Fausto Araújo; Fiscal do Matadouro, Antônio Marques Pereira e Contínuo, João Augusto Menezes.

Eis os diferentes conselhos da Câmara Municipal de Sobbral a partir de 1823, um ano após a proclamação da independência do Brasil, conforme encontra-se no arquivo da Prefeitura de Sobral.

Conselhos da Câmara

Ano de 1823

Juiz ordinário, Presidente do Conselho: Narciso Mrques do Rego Barros.
Vereadores: Antônio Lopes Freire, Salvador Rodrigues Magalhães e Vicente Carlos Sabóia.
Procurador do Conselho: Alexandre Bernardinho Rodrigues.
Escrivão da Câmara: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1824

Juiz Ordinário, Presidente do Conselho: José de Xerez Pereira Uchõa.
Vereadores: Coronel José Inácio Gomes Parente, Sargento-Mor Francisco de Paula pessoa e Cap. Vicente Carlos Sabóia.
Procurador: Antônio José de Carvalho.
Escrivão: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1825

Juiz Ordinário, Presidente: Diogo José de Sousa.
Vereadores: Gabriel José Cavalcante, Antônio Ferreira Gomes e João Lourenço da Costa.
Procurador: José de Xerez Ferreira Uchoa.
Escrivão: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1826

Juiz Ordinário, Presidente: Cap. Joaquim José Alves Linhares.
Vereadores: Alexandre Ferreira da Rocha, Francisco Antônio de Farias e Jerônimo José Ferreira de Melo.
Procurador: Vicente Ferreira da Ponte
Escrivão: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1827

Juiz Ordinário, Presidente: Cap. Antônio Carneiro da Costa.
Vereadores: Francisco Dias Barbosa, Antônio Januário Linhares e João Pedro da Cunha Bandeira de Melo.
Procurador: Joaquim Lopes dos Santos.
Escrivão: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1828

Juiz Ordinário, Presidente: Antônio Viriato de Medeiros
Vereadores: Joaquim Ribeiro da Silva, Custódio José Correia da Silva e Manoel José Monte.
Procurador: Domingos José Pinto Braga.
Escrivão: Antônio Furtado do Espírito Santo.

Ano de 1829 a 1832

Juiz de Paz: Capitão-Mor João Pedro da Cunha Bandeira de Melo.
Presidente: Francisco Ferreira Gomes.
Vereadores: João Baltazar Algerio de Saboia, Estevão Ferreira da Costa, Padre Miguel Francisco Mendes de Vasconcelos, Capitão-Mor Francisco de Paula Pessoa, Felipe Ribeiro da Silva e Rufino Furtado de Mendonça.
Procurador: Francisco Torres Vasconcelos.
Escrivão: Ricardo de Sousa Neves.

Ano de 1833 a 1836

Juiz da Paz: Antônio Viriato de Medeiros.
Presidente: Francisco Gomes Parente.
Vereadores: Joaquim de Andrade Pessoa, Gabriel José Cavalcante, Joaquim Ribeiro de Sousa, Joaquim José Alves Linhares, Luiz Henrique de Oliveira Magalhães e Manoel Pinto Brandão.
Procurador: Ângelo José Ribeiro.
Escrivão: Ricardo de Sousa Neves.

Ano de 1837 a 1840

Juiz da Paz: Antônio Januário Linhares
Presidente: Major João Pedro da Cunha Bandeira de Melo.
Vereadores: José Alves Ribeiro da Silva, Padre Antônio da Silva Fialho, Luiz Antônio Ferreira de Albuquerque, José Domingues Coelho, José Bezerra de Menezes e José Pedro Soares.
Procurador: Joaquim Manoel Ribeiro.
Escrivão: Bernadinho Gomes Franco Pessoa.

Ano de 1841 a 1842

Presidente: José Saboia.
Vereadores: José Alves Ribeiro da Silva, João Francisco de Paula, Gonçalo de Andrade Pessoa, José Balduíno de Albuquerque, Rufino Furtado de Mendonça e Antônio Januário Linhares.
Procurador: Cesário Ferreira da Costa.
Secretário: Bernadinho Franco Pessoa.

Ano de 1843 a 1844

Presidente: Dr. Francisco Alves Ponte.
Vereadores: Major José Camilo Linhares, Cap. Antônio Ferreira de Almeida Magalhães, José Bernardino de Oliveira Gondim, Bermardino Gomes Franco Pessoa, Cap. Antônio Geny Coelho, Mariano Antônio de Lima, Tte Ivo Francisco Linhares e Cel. Domingos José Pinto Braga.
Procurador: Mariano Machado Freire.
Secretário: Rufino Pontes Aguiar.

Ano de 1845 a 1848

Presidente: Dr. Francisco Alves Ponte
Vereadores: Tte. Coronel Joaquim Ribeiro da Silva.
Vereadores: Padre Justino Domingues da Silva, Major José Camilo Linhares, Joaquim Lourenço de França e Silva, Cel. José Domingues Pinto Braga, Tte. Coronel José Bernadinho de Oliveira Gondim, Cap. Antônio Geny Coelho e Antônio Ferreira de Almeida.
Procurador: Mariano Machado Freire.
Secretário: Rufino Ponte Aguiar.

Ano de 1849 a 1852

Presidente: Cel. Francisco de Paula Pessoa.
Vereadores: Tte. Coronel João Tomaz da Silva, Major Ângelo José Ribeiro Dutra, Bento José de Moura, Custódio José Correia da Silva, José Peregrino Viriato de Medeiros e Galdino Bezerra de Menezes.
Juízes de Paz: José Ribeiro da Silva, Antônio José de Lima e Sancho Ferreira Gomes.
Procurador: Mariano Machado Freire.
Secretário: Rufino Pontes Aguiar.

Ano de 1857 a 1860

Presidente: Cel. Comandante Superior Joaquim Ribeiro da Silva.
Vereadores: Galdino Alves Cavalcante, Tte. Coronel Joaquim Lourenço de França e Silva, Cap. Miguel Ferreira de Almeida, Pe. Dr. Justino Domingos da Silva, Pe. Antônio de Sousa Neves, Frederico Rodrigues Pimentel e Cel. Domingos José Pinto Braga. 
Procurador: Mariano Machado Freire.
Secretário: Rufino Pontes Aguiar.
Ano de 1861 a 1864

Presidente: Major Frederico Rodrigues Pimentel.
Vereadores: Cap. Domingos Gomes da Frota, João de Sousa Neves, Tenente Juvêncio Deocleciano do Nascimento, Tenente Antônio Francisco de Paula Quixadá, Major Antônio Ferreira de Almeida, Galdino Alves Cavalcante, Tte Coronel José Camilo Linhares e Cap. Vicente Ferreira de Arruda.
Procurador: Mariano Machado Freire.
Secretário: Rufino Pontes Aguiar.
Juízes de Paz: Cap. Trajano José Cavalcante e Cap. Francisco Marçal de Oliveira Gondim.

Ano de 1869 a 1872

Presidente: Cel. Joaquim Ribeiro da Silva.
Vereadores: José Camilo Linhares, Tito Francisco Aleluia da Silva, Onofre Muniz Ribeiro, Antônio Ferreira da Rocha, Antônio Rangel do Nascimento, Antônio Raimundo Cavalcante, Dr. Antônio Firmo Figueira de Saboia e Vicente Ferreira de Arruda.
Procurador: Antônio Lopes de Alcântara.
Secretário: Vicente Alves Linhares, 1869 e Vicente Ferreira de Arruda, 1871.

Ano de 1873 a 1876

Presidente: Trajano José Cavalcante
Vereadores: João José da Veiga Braga, Juvêncio Deocleciano do Nascimento, Tito Francisco Aleluia da Silva, Hermeto Gomes Parente, Emílio César de Morais, José Domingos da Silva e Miguel Ferreira de Almeida Guimarães.
Procurador: Antônio Lopes de Alcântara, 1873 e José Bonifácio de Oliveira Gondim, 1874.
Secretário: Vicente Ferreira de Arruda.
Juízes da Paz: Diogo Gomes Parente, Antônio Rufino Furtado de Mendonça, Frederico Rodrigues Pimentel e Jacinto Pereira de Oliveira Gondim.

Ano de 1881 a 1882

Presidente: Comendador João Tomé da Silva.
Vereadores: Francisco Antônio de Xerez, Francisco de Almeida Monte, Joaquim da Frota Vasconcelos, Antônio Alves de Carvalho, Manoel Artur da Frota, Manoel de Andrade Pessoa e Alexandre Mendes de Vasconcelos.
Procurador: José Bonifácio de Oliveira Gondim.
Secretário: Manoel Osterne Cavalcante.

Ano de 1883 a 1886

Presidente: Dr. Vicente César Ferreira Gomes.
Vereadores: Pe. João Evangelista da Frota, Francisco Fernandes Pereira Mendes, João Frederico Ferreira Pimentel, José João Mendes da Rocha, José Figueira Saboia e Silva e Francisco Albuquerque Rodrigues.
Procurador: Hermeto Gomes Parente.
Secretário: José Vicente Franca Cavalcante.
Juízes de Paz: Tte. Coronel Diogo Gomes Parente, José da Pascoa Loreto, Domingos Gomes da Frota e Vicente Pedro de Alcântara.

Ano de 1887 a 1889

Presidente: Domingos José Saboia e Silva.
Vereadores: José Joaquim Ribeiro da Silva, Miguel Arcanjo de Maria Vasconcelos, José da Páscoa Loreto, Antônio Raimundo Ferreira Gomes, José Inácio Alves Parente e Alexandre Mendes de Vasconcelos.
Procurador: Hermeto Gomes Parente.
Secretário: José Vicente Franca Cavalcante.
Juízes de Paz: Major Frederico Prudêncio Rodrigues Pimentel e Ildefonso de Holanda Cavalcante.

Ano de 1890

Intendente: Dr. Vicente Cesário Ferreira Gomes.
Membros do Conselho da Intendência: Domingos Deocleciano de Albuquerque, Vicente Ferreira de Arruda, Francisco de Almeida Monte e Cesário Pereira Ibiapina.
Procurador: Cesário Gomes.
Secretário: Francisco Cícero Coelho de Arruda.

Resenha Histórica de Sobral




Formação Eclesiástica em Sobral

            A povoação de Caiçara foi elevada a Curato em 1712, ano em que aportara a estas plagas vindo do Reino Lusitano o Pe. João de Matos Monteiro, como coadjutor de seu tio o Pe. João de Matos Serra, vigário da Ribeira do Acaraú, e fora o seu primeiro Cura.

            Em 1757 o antigo Curato da Ribeira do Acaraú, que compreendia então desde rio Mundaú até a serra da Ibiapaba, inclusive, foi dividido por provisão de 30 de agosto, do Bispo de Pernambuco, D. Francisco Xavier Aranha, em 4 freguesias: a da Amontada, a do Coreaú, a da Serra dos Cocos e a de N. S. da Conceição de Caiçara, ficando nesta de Cura o Pe. Manoel da Fonseca Jaime, natural de Olinda e que permaneceu até 1752, quando o substituiu o Pe. Dr. João Ribeiro Pessoa, natural de Iguarassu.

            Foi o Pe. João Ribeiro que construiu a matriz, hoje catedral no mesmo lugar em que existia outra edificada em 1746, pelo Pe. Antônio de Carvalho Albuquerque, que inaugurou a Freguesia.

            A partir da data de criação do Curato em 1712 são os seguintes os nomes dos Curas e Vigários:

Curas

1)      Padre João de Matos Monteiro, 1712-1724.
2)      Padre José Dias Ferreira, 1725 (seis meses).
3)      Padre João da Costa Ribeiro, 1725-1729.
4)      Padre Isidoro Rodrigues Resplande, 1730-1734.
5)      Padre Elias Pinto de Azevedo, 1735-1740.
6)      Padre Lourenço Gomes Silva, 1740-1744.
7)      Padre Antônio de Carvalho Albuquerque, 1744-1757.

Vigários

1)      Padre Antônio de Carvalho Albuquerque, 1757-1758.
2)      Padre Manoel da Fonseca Jaime, 1758-1762.
3)      Padre João Ribeiro Pessoa, 1762-1784.
4)      Padre Barsilio Francisco dos Santos, 1785-1790.
5)      Padre Alexandre Bernardinho Gonçalves dos Reis, 1792-1805.
6)      Padre José Gonçalves de Medeiros, 1805-1837.
7)      Padre José da Costa Barros, 1837-1847.
8)      Padre Francisco Jorge de Sousa, 1848-1866.
9)      Padre Vicente Jorge de Sousa, 1866-1897.
10)  Monsenhor Diogo José de Sousa Lima, 1897-1908.
11)  Padre Dr. José Tupinambá da Frota, 1908-1916.
           
            Em 1915 por Bula Pontifícia, do Papa Bento XV, Sobral foi criado Bispado e eleito Bispo D. José Tupinambá da Frota. Sobralense, que era então Vigário da Freguesia de Sobral, o qual foi sagrado na Sé Arquiepiscopal da Bahia, a 29 de junho de 1916, por D. Jerônimo Tomé da Silva, Arcebispo Primaz do Brasil, também sobralense, assistindo por D. Manoel da Silva Gomes, Bispo de Fortaleza, e D. Manoel Lopes, Bispo Coadjutor do Ceará.

            A posse realizou-se em 22 de julho com muitas solenidades.
            Com a criação do Bispado de Sobral, foi a Freguesia, por ato de 24 de setembro de 1916, do Exmo. Sr. Bispo D. José Tupinambá da Frota, dividida em duas: o Curato da Sé sobre a invocação primitiva de N. S. da Conceição e a Freguesia de N. Senhora do Patrocínio.

            São os seguintes os nomes dos sacerdotes que têm ocupado o Curato da Sé e a Freguesia do Patrocínio:

Curas da Sé

            1° - Pe. Francisco Leopoldo Fernandes Pinheiro – maio de 1916 – 2 de fevereiro de 1919.
            2º -Pe. Eurico Melo Magalhães – 2 de fevereiro de 1919 a 31 de dezembro de 1921.
            3º - Pe. José Gerardo Ferreira Gomes – 3 de agosto de 1922 a 15 de janeiro de 1935.
            4º - Pe. Domingos Araújo, provisionado a 7 de fevereiro de 1935, tomou posse a 8 de fevereiro, cargo que exerce atualmente.

Vigários do Patrocínio

            1º - Pe. José de Lima Ferreira, provisionado a 28 de julho de 1917, tomou posse a 29 de julho e regeu a Freguesia até 28 de janeiro de 1919.

            2º Pe. Eurico Melo Magalhães, sendo Cura da Sé foi vigário encarregado da Paróquia de 28 de janeiro de 1919 até 8 de maio de 1921.

            3º - Pe. Francisco Leopoldo Fernandes Pinheiro, provisionado em 1921, regeu até 31 de dezembro de 1929.

            4º - Pe. Luiz Franzoni, provisionado em 31 de dezembro de 1929, tomou posse a 1º de janeiro de 1930 e administrou a Paróquia até 31 de dezembro de 1935.

            5º - Mons. Vicente Martins da Costa, provisionado em 31 de dezembro de 1935, tomou posse em 1º de janeiro de 1936.

            O Curato da Sé compreende os seguintes templos: a catedral, ampla e majestosa, remodelada e modernizada por D. José Tupinambá da Frota, em cujas obras foram dispendidos cerca de 250 contos; as igrejas de: Menino-Deus, fundada em 1825, pelas duas religiosas carmelitas Tereza e Merenciana, vindas da Bahia em 1810; Santo Antônio resconstruída em 1855, pelo Pe. Antônio da Silva Fialho, e que ocupa o local da antiga capela de N. S. do Bom Parto; N. S. das Dores, construída em 1872, sob a direção de Franklin de Sousa Neves; S. Francisco, iniciada em 1871 e terminada em 1896, por iniciativa do Mons. Fortunato Alves Linhares; Senhor do Bonfim, erigida por D. José Tupinambá da Frota, em 1922 e anexa ao Seminário Menor, no bairro da Betânia.

            Além estas localizadas na sede, pertencem ao Curato as capelas: São Francisco em Caracará, N. S. da Conceição em Patriarca, Santo Antônio em Santo Antônio do Aracati-assu, N. S. do Carmo em Santa Maria, São João em Forquilha e São José em Muquem.

            O movimento paroquial do Curato da Sé em 1940 foi o seguinte: batizados 1.153 e casamentos 238.

            A paróquia do Patrocínio compreende os seguintes templos em Sobral: a Matriz de N. S. do Patrocínio, construída por João Rodrigues dos Santos, com o auxílio da população, em 1893 e concluída por Fernando Mendes na administração paroquial do Pe. Francisco Leopoldo Fernandes Pinheiro; a de N. Senhora do Rosário, que data de 1978; a de N. Senhora da Saúde, edificada graças aos esforços da velhinha Francisquinha Catarina, com esmolas do povo em 1894.
            Sobre o cume do Morro da Estação da Estrada de Ferro, ergue-se o suntuoso monumento Cristo Redentor, de 20 metros de altura com uma imagem de cinco metros, inaugurado em 28 de maio de 1938.

            Além dos templos nomeados possui a Paróquia as seguintes capelas: a de São Vicente em São Vicente, construída em 1880, por Vicente Bezerra de Araújo; a de N. Senhora da Saúde, no Jordão, sobre a Serra do Rosário, construída por José da Páscoa Loreto e inaugurada em 31 de janeiro de 1897; a de Santa Terezinha, no Jaibara, iniciada em 1934 e concluída e inaugurada em 24 de setembro de 1939, e a do S. Coração de Jesus, no Recreio, construída por José Ferreira Gomes e inaugurada em 29 de junho de 1915.


            O movimento paroquial da Freguesia do Patrocínio em 1940 foi o seguinte: batizados 937 e casamentos 184.

Resenha Histórica de Sobral



Formação Jurídica de Sobral

             O primeiro Juizado de Sobral foi criado por alvará 27 de junho de 1816, como uma vara de Juiz de fora.
            A comarca data da resolução de 6 de maio de 1833, que, afora outras medidas, dividiu a Província do Ceará em seis comarcas: Capital, Sobral, Aracati, Icó, Crato e Campo Maior (Quixeramobim).
            A Lei n° 52, de 25 de setembro de 1836, votada em consequência do Ato Adicional (Lei de 12 de agosto de 1834), cujo art. 10 dava atribuições às Assembleias Províncias para dividirem administrativamente e judicialmente as províncias, - manteve a Comarca de Sobral tal como exisia.
            Em 1850 por Decreto de 26 de junho, passou a Comarca para 2ª Entrância.
            Atualmente abrange os termos de Sobral, Massapê e Cariré.
            O primeiro Juiz de Direito da Comarca foi o Dr. Bernardo Ribeiro da Silva Pereira, que tomou posse em junho de 1833e foi substituído pelo Dr. João Fernandes de Barros, que tomou posse em 10 de setembro de 1835.

Juízes de Direito de Sobral

            A partir da criação da Comarca em 1833, eis os nomes dos magistrados que foram Juízes de Direito de Sobral:
            1º - Dr. Bernardo Ribeiro da Silva Pereira. Tomou posse em junho de 1833 e permaneceu até 1935.
            2º - Dr. João Fernandes de Barros – 10 de setembro de 1835-1844.
            3º - Dr. Antônio José Machado Freire – 16 de janeiro de 1844-1847.
            4º - Dr. João Fernandes de Barros – 27 de novembro de 1847-1857.
            5º - Dr. Miguel Joaquim Aires – 1857-1858.
            6º - Dr. Domingos José Nogueira Jaguaribe – 1858-1862.
            7º - Dr. José Assenso da Costa Freire – 1862-1869.
            8º - Dr. Vicente Alves de Paula Pessoa – 1869-1872.
            9º - Dr. Trajano Viriato de Medeiros – 13 de maio de 1872-1876.
            10º - Dr. Manoel Franca Fernandes Vieira – 1876-1881.
            11º - Dr. Antônio Firmo Figueira de Melo – 22 de fevereiro de 1881-1884.
            12º - Dr. João Felipe de Cunha Bandeira de Melo – 1884-1887.
            13º - Dr. José Gomes da Frota – 1887-1888.
            14º - Dr. Carlos Francisco Soares de Brito – 1888.
            15º - Dr. Antônio Ibiapina – 1892-1899.
            16º - Dr. José Sabóia de Albuquerque – 14 de agosto de 1899 – 27 de setembro de 1935.
            17º - Dr. Arnaud Ferreira Baltar – 3 abril de 1936.

Juízes Municipais

            1º - Cel. José Inácio Gomes Parente – 1833.
            2º - Tte. Joaquim Lopes dos Santos – 1840.
            3º - Cap. Estêvão Ferreira da Costa – 1841.
            4º - Dr. Manoel Teófilo Gaspar de Oliveira – 1842.
            5º - Cel. José Sabóia – 1847.
            6º - Dr. Domingos José Nogueira Jaguaribe – 1847.
            7º - Dr. Augusto César de Medeiros – 1854.
            8º - Dr. Jorge Augusto de Brito Inglês – 1860.
            9º - Dr. Esmerino Gomes Parente – 1861.
            10º - Dr. Silvino Soares C. Melo – 1869.
            11º - Dr. Trajano Viriato de Medeiros – 1870.
            12º - Dr. João Firmino de Holanda Cavalcante – 16 de março de 1872.
            13º - Dr. João Adolfo Ribeiro da Silva – 1874.
            14º - Dr. Antônio Ibiapina – 1880.
            15º - Dr. Thomaz Antônio de Paula Pessoa – 1880.
            16º - Dr. Petronilo da Santa Cruz Oliveira – 1888.
            17º - Dr. Antônio Sabino do Monte – 1888.
            18º - Dr. Antoônio Ibiapina – 1889.
            19º - Dr. José Sabóia De Albuquerque – 2 de maio de 1892.
            20º - Dr. Antônio Adolfo Coelho de Arruda – 1897.
            21º - Dr. João Júlio de Almeida Monte – 1899.

            22º - Dr. Clodoveu de Arruda Coelho – 1910-1926.

Informações do Livro Vultos Sobralenses - Mons. Vicente Martins